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PROPOSTAS E MODELOS PARA ENEM

TODAS AS PROPOSTAS E MODELOS RELACIONADOS NESTA POSTAGEM SÃO DO AUTOR DO BLOG E NÃO PODEM SER COMERCIALIZADOS EM MATERIAL DIDÁTICO VIRTUAL ...

8 de dez de 2017

DISCURSO DE PATRONO - ATENEU - 2017


Discurso de patrono em ocasião da formatura dos 3ºs anos do Colégio Ateneu 

Caros pais, alunos, mantenedor, diretora, supervisor, coordenadora e colegas professores do nosso querido colégio Ateneu.

Inicialmente, gostaria de agradecer a honra de estar aqui hoje desempenhando um papel tão simbólico, diante de uma turma cujo progresso acompanhei ao longo de três anos. Três anos que não foram fáceis, mas demonstraram que é possível construir um caminho de confiança e respeito quando existe vontade.
Não exatamente aquela vontade que vocês tinham de fazer redação.
Tá, cansa, eu sei...
Mas o dia de vocês chegou, e parece que hoje, finalmente, mudaram-se os papéis. Quem teve de fazer a dissertação fui eu.
Mas, enfim, eu deveria falar sobre o que a vocês?
Uma colega de vocês disse que um bom tema seria o futuro.
Por isso, eu resolvi fazer assim: um texto dissertativo ensaístico sem proposta de intervenção ao final, cheio de perguntas. A nota no Enem seria baixa. Bom, felizmente o mundo é muito maior e melhor do que o Enem.
Essa dissertação começa assim:
Você me pergunta sobre o futuro?
Quem não deseja ou já desejou saber sobre o futuro?
A felicidade está lá? Lá está o amor sonhado? Lá está o emprego ou atividade profissional perfeita? Lá está a compreensão que ainda não recebemos? Os bens materiais que desejamos conquistar? As pessoas que nos respeitarão? A autonomia que desejamos? A família que gostaríamos de formar?
Ou, para quem leu “A Hora da Estrela” de Clarice Lispector, será que lá está a Mercedes que atropelou Macabea depois de ela sair esperançosa da consulta de uma cartomante que lhe disse que ela encontraria um grande amor?
Seria como essa a hora da estrela reservada para nós, ou seja, um futuro de desilusão e dor?
O futuro irá nos trair?
Acredito que ao mesmo tempo pode ser uma coisa e outra coisa.
Existe um adágio cigano que diz que se você quer conhecer o futuro, você deve conhecer o passado. Acredito que os professores de História concordam com os ciganos. O passado nos ensina muitas coisas sobre o futuro. Por exemplo, todos nós teremos momentos de alegria, de aflição, adoeceremos e veremos pessoas que amamos passarem pelas mesmas situações que nós. Procuraremos nos afirmar por nossa competência, desfrutaremos momentos de bem-estar, teremos certezas, mudaremos de ideia, seremos confrontados em nossas verdades, nos iludiremos e seremos desiludidos, nos sentiremos injustiçados em algum grau, nos sentiremos vingados também em algum grau, passaremos por perdas dolorosas, perceberemos que não temos tanto controle sobre nossas vidas quanto gostaríamos de crer, precisaremos de ajuda, poderemos oferecer ajuda, e depois de infinitas experiências, chegaremos ao fim de nossa existência. Daqui 100 anos seremos histórias esquecidas ou contadas em fragmentos. Possivelmente seremos informações perdidas em um mar digital caótico de fotografias, muitas selfies com certeza, vídeos e áudios. O futuro a longo prazo é o fim de tudo que conhecemos e de como conhecemos. Não é necessário ter o dom da profecia para dizer-lhes isso.
Se o futuro pode então ser resumido dessa forma, penso que a grande pergunta não deveria ser sobre o futuro em si, pois quem acorda o futuro faz adormecer o presente, isto é, quem põe toda sua atenção nos desejos futuros deixa de viver o presente e sofre com uma terrível ansiedade. Por isso, a grande questão é como manter o estado de vigília, como estarmos despertos no presente, para que ele valha de fato a pena. Porque um dia o futuro será o presente, e ele então valerá a pena também. Assim não teremos deixado de viver nenhum dos momentos de nossa vida em função de outros.
É com base nisso, portanto, que penso que, na verdade, a grande pergunta seja: como viver o presente?
Alguns gostam da expressão Carpe Diem, como um sentido de viver intensamente o presente. Mas talvez esse conceito ainda seja vago. Muitos interpretam essa ideia de intensidade como algo equivalente a deixar que todas as nossas energias sejam consumidas pelos prazeres mais imediatos, pela euforia e pelas paixões intensas. Contudo, a ideia original é razoavelmente diferente. Ela tem a ver com colocar cada coisa em seu devido tempo e lugar, dedicando a cada coisa unicamente o que lhe compete. Hora de amar, amar. Hora de se comover e chorar, se comover e chorar, hora de trabalhar, trabalhar, hora de alegrar-se, alegrar-se, hora de sonhar, sonhar. Assim, a grande questão da vida seria não subverter o que é apropriado a cada momento nem fugir ao que cada momento propõe.
Nesse sentido, acredito ser importante acrescentar algumas ideias: se a bebida serve para descontrair e confraternizar, ela talvez esteja no lugar dela, entretanto, se ela é utilizada para que alguém consiga dormir, conversar, namorar ou esquecer problemas, é bom lembrar que bebida não é remédio nem psicólogo. A comida serve para alimentar. Se ela é usada como forma de preencher vazios que vão além das questões fisiológicas, é bom lembrar que comida não é um confidente apropriado. Se um amigo ou colega é usado para que alguém se sinta superior a outra pessoa, é bom lembrar que nossos complexos de superioridade e inferioridade merecem ser tratados de outra forma, assim como nossos amigos. Se os nossos pais são tratados como carteiras abertas destinadas a nos servirem com todo seu dinheiro, é bom lembrar que o único dinheiro realmente nosso é aquele que resulta de nosso trabalho. E só para lembrar, se um dia vocês tiverem um marido ou esposa e filhos e se esquecerem de se fazer presentes e dedicar-lhes sua atenção e carinho verdadeiros, companheiros e filhos não existem para ser responsabilizados pelas nossas frustrações, mas para receberem nosso carinho, compreensão, respeito, atenção, afeto e amor.
E o que isso tem a ver com futuro?
Creio que quem cuida bem do presente, semeia o melhor futuro. O futuro é o agora, e o que você faz agora encontra você logo ali adiante.
Saibam, portanto, que, no futuro, quando, por acaso, nos encontrarmos, em nome do que fomos semeando nos muitos presentes do passado, você com certeza terá meu abraço e meu desejo de que tudo esteja bem com você, que suas escolhas tenham sido acertadas e que não lhe faltem sempre o bom ânimo e a esperança para seguir adiante, nem a lucidez para avaliar seu presente.

Queridos alunos e alunas do terceiro, tamo junto!!

7 de dez de 2017

DISCURSO DE FORMATURA PGD - 2015


Discurso em ocasião da formatura do 3o Ano dos alunos do colégio PGD, de 2015

Caros pais, alunos, mantenedores, diretores, coordenadores e colegas professores do nosso querido colégio PGD,
Hoje é um dia especial, o dia de uma festa de partida. O dia de um adeus, que representa despedidas de muitos tipos . É um pouco triste, eu sei. E quem conviveu com esses alunos sabe também. 
É importante que saibam, meus queridos, que nem toda partida é triste, e eu não diria o contrário se não sentisse uma certa dor no coração por ter de dizer isso a vocês. 
É claro que este momento também representa conquistas. É indiscutivelmente o seu momento "shine bright like a diamond in the sky", não houve moleza, e vocês não se sentaram no pudim. Vocês merecem e devem alegrar-se. Os méritos verdadeiros não precisam de certificados. Mas fiquem tranquilos, o colégio já providenciou a documentação de vocês.
Coloquemos a situação toda dentro da seguinte alegoria. Chegamos até aqui, viemos todos: vocês, nós - professores, coordenadores, funcionários. Estamos aqui, à margem de um caudaloso rio. O percurso foi relativamente árduo; para nós, foram alguns anos; para vocês, praticamente uma vida inteira. Não há mais volta. Vocês o atravessarão, nós ficaremos. Cada um de vocês o atravessará ao seu próprio modo e, depois de atravessá-lo, se distanciará cada vez mais de suas margens seguindo um caminho muito particular; não existem receitas nem certezas: é um caminho desconhecido, ninguém o trilhou antes de você, nem poderá trilhá-lo por você. É da lei. Haverá ainda outros rios, outras travessias: o rio do estudo, da profissão, da casa dos pais, o rio do amor. Além desses, há também que se atravessar os rios interiores - tão ou mais profundos do que todos os outros rios. 
E se a vida são e serão tantas travessias, nós aqui desta margem podemos adiantar, quase em tom profético, que alguns visitantes farão parte de seu futuro. A frustração é um deles - ela nos visita em vários momentos da vida. A dor também, ela será fiel em sua missão. Ambas são inevitáveis e, certas vezes, cruéis e imprevisíveis. Fora elas - acalmem-se -, há boas notícias. Novas amizades visitarão vocês, mas deixá-las entrar será uma escolha: escolham bem. O amor também os visitará - se já não o fez -, amem com sinceridade e sabedoria. Os dilemas morais os visitarão: a escolha mais fácil nem sempre indica o melhor caminho. O tempo os visitará: quando ele chegar, tenham boas justificativas para dizer o que fizeram com ele. A crítica alheia será uma companheira: entre cascalhos, às vezes encontramos ouro, mas não vale a pena colecionar cascalhos. 
Lembrem-se de que sabedoria e inteligência têm mais a ver com aceitar e conviver com dúvidas do que se agarrar cegamente a certezas.
Saibam que seus pais e responsáveis os amam profundamente, mas as escolhas mais significativas que afetarão as vidas de vocês serão aquelas nascidas da livre consciência e da livre vontade. Não se vendam ao comodismo, sejam corajosos diante da vida. Lembrem-se da pedra alquímica, a pedra filosofal - e não me refiro a Harry Potter.
Lembram-se dela?

Eis a pedra de humilde aparência
No que concerne ao valor, nada vale
Por isso a odeiam os tolos
E mais a amam os que sabem

Não era um poema sobre pedra, era uma lição sobre cada um de nós. Toda pedra é uma estrela.

Mas falemos um pouco sobre pedras que são somente pedras. 
Nós adultos precisamos confessar, e eu confessarei por todos nós: apesar de tudo que acreditamos saber, seja das ciências, seja da vida, é chato mas necessário admitir - sabemos muitíssimo pouco até sobre nós mesmos. De fato, tateamos nossa existência. Ora somos pessimistas, ora otimistas, ora desejamos, ora não desejamos mais. A condição humana parece ter nos feito assim, inconstantes, vacilantes.
E aí é que entra a questão da pedra, e me refiro à pedra mesmo.
Lembram-se daquela que vocês fizeram de companheira durante o ano?
Meditei a respeito dela.
Bom, daqui a cem anos - e não quero deprimi-los-, não estaremos mais aqui, seremos histórias esquecidas ou contadas, seremos alguns retratos do passado. E é estranho pensar que esta pedra que não vê, não escuta, não sente, não pensa, não ama, não deseja - esta pedra tão sem graça potencialmente pode existir, do jeitinho que ela é, infinitamente mais tempo do que nós. E se ela tivesse ao menos a alegria de possuir senso de humor, agora poderia nos fitar irônica. Mas a pedra existe, sobrevive aos homens e não sabe.
A pedra nos coloca em xeque. Coloca em xeque o orgulho humano, a ciência humana e todas as nossas certezas. Esta pedra esteve na sala de vocês, ganhou olhos, nome e posição de honra. E lamento informar-lhes: ela permaneceu indiferente. 
Como matéria, embora ela não possua o refinamento dos tecidos, a função e sensibilidade dos órgãos, dos sistemas e das glândulas - em sua condição de matéria, esta pedra é superior a todos nós. Se formos sinceros conosco, teremos de admitir esse inconveniente fato. Esta pedra é indiferente ao aquecimento global e à extinção de todos os seres, inclusive da humanidade.
No entanto, agora, sendo flagrantemente humilhados por uma mera pedra sem coração, como seguir a existência que conhecemos e nos resta?
É aqui que eu proponho a leitura de uma carta de quase dois milênios, endereçada a pessoas que tinham dúvidas semelhantes às nossas. Peço que a ouçam, não em seu sentido religioso, mas filosófico. Para ouvi-la, peço ao nosso amigo Biz que nos dê o prazer de ouvi-lo tocar.
Paulo de Tarso a escreveu mais ou menos assim.

E ainda que eu fale as línguas dos homens
E fale a língua dos anjos
Se eu não tiver amor
Serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.

E ainda que receba o dom de profecia
E o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência
E possua uma fé tamanha, capaz de transportar os montes,
Se eu não tiver amor, eu nada serei.

E ainda que eu distribua todos os meus bens em proveito dos pobres
E entregue o meu corpo para ser queimado,
Se eu não tiver amor, eu nada serei.

O amor é paciente, é benigno, não arde em ciúme, não se ufana nem se ensoberbece.
O amor não é inconveniente, não procura os próprios interesses, não se exaspera nem se ressente do mal.

Não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O Amor não tem fim,
Mas havendo profecias, desaparecerão.
Havendo línguas, cessarão.
Havendo ciência, passará.

Porque agora vemos em parte e em parte profetizamos.
Mas quando vier o que é perfeito, o que é em parte será aniquilado.

Quando eu era menino, falava como menino, sentia e pensava como menino.
Mas agora, homem feito, deixei de lado as coisas de menino.

Por que vemos como em um espelho: em enigmas.
Mas então veremos face a face.
Porque conheço em parte,
Mas então conhecerei como também sou conhecido.

Por ora, no entanto, restam-nos a Fé, a Esperança e o Amor
E dentre esses, o mais excelente, o mais sublime, é o Amor.

Meus queridos, não sejamos como a pedra sem vida.
Onde estivermos, procuremos amar.
O que fizermos, procuremos amar.
Procuremos amar os que estiverem à nossa volta.
Tudo o mais nos será acrescentado.

Meu muito obrigado a todos vocês!!

1 de nov de 2017

ENEM: TEMA CHUVAS E ENCHENTES

Profecia dos novos tempos

"É pau, é pedra, é o fim do caminho": com esses versos imortalizados na voz de Elis Regina, retratou-se de forma poética um cenário dramático e recorrente em cidades brasileiras de médio e grande porte, devido às fortes chuvas sazonais. Isso porque, de dezembro até março - mês no qual as "águas fecham o verão", tempestades tropicais provocam alagamentos de ruas e avenidas, deslizamentos de encostas e um verdadeiro caos, envolvendo congestionamentos intermináveis, quedas de árvores, acidentes, pessoas desabrigadas e até mortes. Assim, torna-se mais do que pertinente fazer-se a seguinte pergunta: diante de uma tragédia anunciada, não existe modo de evitá-la?

Felizmente, há respostas já conhecidas por geógrafos, engenheiros, urbanistas e ambientalistas. Todos eles são unânimes, por exemplo, em destacar a importância de que o Ministério das Cidades estabeleça regras padronizadas para a elaboração de um Plano Diretor que atenda cada cidade. Nele estariam previstas áreas de preservação permanente, que permitem a absorção natural das águas das chuvas pelo solo. Também não seria ignorado o combate tanto à criação de redes clandestinas de esgoto como à ocupação desordenada de espaços urbanos, responsável pela impermeabilização de muitas áreas das cidades, o que obriga metrópoles como São Paulo a valer-se da construção dos chamados piscinões, como método paliativo para evitar enchentes.

Nesse sentido, outro aspecto a ser considerado diz respeito à destinação adequada de entulhos e lixo, que frequentemente são responsáveis pelo assoreamento de rios e outros corpos hídricos, assim como a obstrução de bueiros e pontos de vazão das águas das chuvas. Além dessas, mais uma solução conhecida e já aplicada em cidades como Tokyo e Hong Kong trata-se da regulamentação de normas de construção modernizadas que envolvam o aproveitamento das águas captadas em terraços de grandes edifícios para serem recolhidas em cisternas para uso posterior nesses mesmos empreendimentos.

Desse modo, embora o crescimento desorganizado da maior parte das cidades brasileiras tenha deixado uma terrível herança, certamente com a atuação das Secretarias de Planejamento, da Defesa Civil e com a vontade política de prefeitos e governadores, será possível, sim, mudar para melhor a realidade de grandes cidades atualmente vítimas das chuvas. Na verdade, nunca foi segredo que, com investimentos em infraestrutura urbana e campanhas de conscientização acerca do descarte do lixo, em vez de sentir - após os estragos da chuva - "a promessa de vida no coração" - cantada por Elis -, muitos cidadãos deixarão de sofrer antecipadamente com a eterna e irônica profecia das tragédias anuais de verão.  

24 de abr de 2017

13 REASONS WHY - ARTIGO DE OPINIÃO

Quem se interessa pelos polêmicos temas suscitados pela série 13 Reasons Why, indico este excelente artigo:

Clique no link: 13 Reasons Why: Reflexões e Realidade

Temas

Bullying;
Estupro;
Suicídio.

2 de abr de 2017

EXPRESSÕES DISSERTATIVAS

Expressões que auxiliam a apresentar ideias presentes no senso comum:

a) O senso comum defende que...
b) No que diz respeito a __________, costuma prevalecer a ideia geral de que...
c) Muitos são categóricos ao afirmar que__________, enquanto outros...
d) Frequentemente, há quem acredite que...
e) Costumeiramente, ouvem-se pessoas afirmarem que...
f) Não é raro ouvir declarações enfáticas de que...
g) Quando se trata de _________, não são raras as afirmações de que...
h) Quando o assunto é____________, parece haver certa unanimidade de que...
i) Ao analisar-se o tema da/o __________, de forma superficial e apaixonada, é
comum chegar-se à conclusão de que...
j) O imaginário popular costuma categorizar __________ como...
k) Reza o senso comum que...

Expressões que auxiliam a contrapor ou a relativizar o senso comum:

UTILIZA-SE UMA DAS EXPRESSÕES ANTERIORES E ACRESCENTA-SE A ELA
UMA ENTRE AS SEGUINTES EXPRESSÕES

a)___(a, b, c, d, e, f, g, h, i ou j)_. No entanto, uma análise mais cuidadosa do
assunto leva forçosamente a concluir que...
b)___(a, b, c, d, e, f, g, h, i ou j)__, mas nem sempre o que se aceita como verdade de fato o é. Isso porque...
c)___(a, b, c, d, e, f, g, h, i ou j)__. Deve-se ter em mente, contudo, que...
d)___(a, b, c, d, e, f, g, h, i ou j)__. Essa forma de pensar é compreensível,
entretanto seria leviano desconsiderar que...
e)___(a, b, c, d, e, f, g, h, i ou j)___. É, no entanto, prudente perguntarmo-nos sobre quantas vezes uma ideia equivocada ou mentirosa, repetida descuidadamente, ganhou força de verdade. O fato é que...
f)___(a, b, c, d, e, f, g, h, i ou j)__. As verdades mais profundas, contudo, nem
sempre são aquelas aceitas como unânimes. Um bom exemplo...
g)___(a, b, c, d, e, f, g, h, i ou j)__. Ao se lançar um olhar mais atento à questão, entretanto, chega-se a uma inusitada conclusão, pois, em verdade,...
h)___(a, b, c, d, e, f, g, h, i ou j)__. Render-se, contudo, ao senso comum, embora seja cômodo, não é prudente, haja vista que, na verdade,...
i)___(a, b, c, d, e, f, g, h, i ou j)___. Porém, como já afirmou _______________, …
j)___(a, b, c, d, e, f, g, h, i ou j)__. A observação dos fatos, todavia, contradiz
essa tese, pois...

Expressões para apresentar a relevância de se conhecer determinado tema:

a) A relevância de se conhecer mais aprofundadamente ___________ reside no
fato de que...
b) Diante de ________________, torna-se imprescindível que se conheça melhor __________________, com vistas a...
c) É essencial conhecer de maneira mais profunda _______________, uma vez que...
d) É indiscutível que, se não houver um conhecimento mais profundo sobre______, dificilmente...
e) (…). É, portanto, de suma importância compreender que...
f) (…). Sendo assim, para evitar equívocos e generalizações, se faz necessário...
g) (…). Desse modo, não se pode ignorar a importância de investigar-se o tema com mais profundidade...
h) (…). Logo, é no mínimo razoável estudar com mais atenção o assunto, já que...

Expressões para apresentação de argumentos:

a) Essa tese justifica-se justamente pelo fato de que...
b) Um exemplo clássico da veracidade dessa tese pode ser observado a partir
de...
c) É possível constatar isso quando...
d) Não há dúvidas de que isso seja possível, pois...
e) Comprova-se com certa facilidade esse fato quando...
f) Constatamos essa realidade a partir de alguns exemplos como...
g) Se for levado em conta ______________, fica evidente que...
h) Um argumento que claramente sustenta essa tese é...

Expressões para apresentação de contra-argumentos:

a) Há quem, no entanto, contra-argumente que...
b) Nem todos são unânimes ao considerar essa tese e argumentos, pois alegam que...
c) Muitos, entretanto, divergem desse ponto de vista por considerarem que...
d) Existe, por outro lado, quem defenda que...
e) Não se pode, contudo, ignorar a alegação de que...
f) Seria, todavia, leviano desconsiderar que...
g) Não seria justo, entretanto, refutar completamente alguns argumentos, como...
h) Em contrapartida, porém, é prudente considerar que...

Expressões para desconstrução de contra-argumentos:

a) Apesar da força dos contra-argumentos, eles podem ser neutralizados se for
considerado que...
b) Embora os contra-argumentos inegavelmente tenham seu valor, existem soluções como...
c) Mesmo que haja discordâncias e polêmica em torno do assunto, é possível considerar que...
d) Sendo assim, primeiramente é necessário _____________, para então...
e) Desse modo, inicialmente o que deve ser feito refere-se a ______________. Então,...

f) Primeiramente, portanto,...

23 de mar de 2017

MODELO DE CARTA ABERTA: PÓS-VERDADE

MODELO DE CARTA ABERTA – PÓS-VERDADE

Carta Aberta ao Facebook

            Prezado presidente do Facebook no Brasil,
            Diante de reiteradas ocorrências relacionadas à propagação de informações caluniosas e difamatórias por meio do Facebook, de modo a envolver pessoas, empresas e instituições, gostaria de chamar a atenção para as questões éticas que, certamente, dizem respeito à atuação dessa empresa no país.
            Como é de conhecimento geral, são raríssimas as restrições dessa rede social acerca da política de compartilhamento de conteúdo, de tal forma que informações de fontes duvidosas rapidamente propiciam situações que vão desde o cyberbullying, passando por pessoas que são agredidas injustamente, até o boicote a empresas cujos negócios são amplamente prejudicados. Não fosse o bastante, algo que contribui para agravar ainda mais a condição do alvo dessas calúnias é o fenômeno que se popularizou com o nome de pós-verdade, ou seja, o caso de uma falácia que, mesmo desmentida, ganha força de verdade ou, no mínimo, coloca em dúvida fatos verídicos.
            Sendo assim, considero que não basta o Facebook declarar-se submisso às leis brasileiras e, em especial, ao Marco Civil da Internet. Acima de tudo, é necessário haver um esforço maior dessa empresa no que tange a oferecer um serviço de maior qualidade a seus usuários. Nesse sentido, é forçoso observar ser viável a adoção de medidas simples como a apresentação sistemática de alertas sobre a responsabilidade do usuário ao postar conteúdos, bem como a apresentação de informações sobre os mecanismos legais que viabilizem denúncias ao ministério público e às autoridades policiais. Outra ação relevante seria advertir que o Facebook, sempre que solicitado, contribui com as autoridades, de modo a não garantir o anonimato a nenhum de seus membros.
Contando com sua sincera colaboração,
Usuário do Facebook

Londrina, 23 de março de 2017.

             

16 de mar de 2017

PARA EDUCAR CRIANÇAS FEMINISTAS

Recomendação de leitura a feministas e não feministas, a filhas, filhos, mães e pais.

Acesse o Artigo-Resenha: PARA EDUCAR CRIANÇAS FEMINISTAS.






14 de mar de 2017

MODELO ENEM - APROPRIAÇÃO CULTURAL

Identidade brasileira: pura diversidade

"Somente a Antropofagia nos une" - por meio dessa célebre frase, o poeta modernista Oswald de Andrade defende a ideia de que a identidade brasileira resulta da mistura de elementos culturais de matrizes indígenas, africanas e europeias. Em 1967 a mesma bandeira foi levantada pelo Tropicalismo de Gil, Caetano e outros artistas. Contudo, apesar de o Brasil ter testemunhado movimentos de vanguarda tão relevantes no campo das artes e da música, ainda há quem utilize o conceito de apropriação cultural para fazer acusações contra pessoas e artistas.

Por outro lado, não se pode negar a existência desse fenômeno, assim como também é forçoso observar que, não existindo raça pura - conforme comprova o projeto Genoma -, não há lugar para o conceito de pureza cultural. Mesmo um estudo superficial de História demonstra que a chamada cultura hegemônica é fruto de inúmeras apropriações culturais ao longo do tempo. Assim, gregos, hebreus, celtas, polinésios, indígenas, enfim, os mais diferentes povos deixaram suas marcas para posteridade devido a esse processo.

Outro aspecto relevante no caso específico do Brasil é que o intenso processo de miscigenação ocorrido no país gerou uma enorme dificuldade para se declarar o pertencimento a uma etnia ou grupo no próprio Senso do IBGE. Assim, alguns se autodefinem como negros, indígenas, pardos e amarelos, ainda que não sejam percebidos socialmente dessa forma. Por esse motivo, torna-se praticamente impossível julgar quem quer que seja de fazer apropriação cultural. Isso para não citar questões como sociedade de consumo, indústria cultural e cultura de massa.

Portanto, mesmo que pesem as críticas e a relevância da discussão, ainda é importante considerar que o Brasil, além de um país multicultural e miscigenado, possui uma constituição que preza pelas liberdades de pensamento, opinião, crença e expressão. Assim sendo, diante de uma questão como essa, é essencial que as escolas e a mídia divulguem ao máximo as diferentes expressões culturais do país, bem como os valores constitucionais de respeito e tolerância. Somente assim, a antropofagia contribuirá para unir, antes que a ideia de pureza demonstre seu poder desagregador.



23 de fev de 2017

MODELOS DE CARTA PESSOAL - APROPRIAÇÃO CULTURAL

MODELO CRITICANDO ANITTA


Londrina, 22 de fevereiro de 2017.
   Meu bom e velho Antônio,
   Como vai, meu amigo? Você ficou sabendo da última polêmica envolvendo a Anitta, sua cantora predileta? Pois é, ela foi acusada de apropriação cultural por usar dreadlocks em um programa de TV.
   Sei que você pode ficar chateado, mas acredito que, nesse caso, a Anitta, apesar de poder, não deveria ter usado esse tipo de penteado. Explico: embora nem todos saibam, os dreadlocks, no Brasil, quando utilizados por pessoas negras, servem como símbolo de resistência cultural, uma vez que representam uma estética que confronta os padrões da cultura dominante. Sendo assim, deixam de ser um simples penteado para se tornarem algo com um significado muito mais profundo.
   Por esse motivo, quando alguém com notoriedade na mídia, como é o caso da Anitta, se utiliza de um símbolo como esse somente por uma questão estética, os dreads se esvaziam de sentido, o que caracteriza a chamada apropriação cultural.
  Sabendo disso, será que ela deveria ter usado esse penteado?
  Gostaria muito de saber sua opinião, meu amigo. Um grande abraço!
Amigo


MODELO DEFENDENDO ANITTA


Londrina, 22 de fevereiro de 2017.
   Meu bom e velho Antônio,
   Como vai, meu amigo? Você ficou sabendo da última polêmica envolvendo a Anitta, sua cantora predileta? Pois é, ela foi acusada de apropriação cultural por usar dreadlocks em um programa de TV.
   Para mim, parece um grande exagero, pois, apesar de não podermos negar que não só no Brasil, mas no mundo todo ocorre o esvaziamento de significado de elementos culturais de minorias quando estes são apropriados pela cultura de massa dominante, o caso da Anitta é bastante diferente.
   Sabe, Antônio, é importante lembrar que nosso país é marcado pela miscigenação de raças e culturas de diferentes matrizes, o próprio carnaval é um ótimo exemplo disso. Para irmos mais além, podemos citar ainda a capoeira e as religiões afro-brasileiras, as quais misturam elementos do Catolicismo com manifestações africanas de religiosidade. Em uma realidade como essa, como poderíamos julgar a Anitta, que nem se considera branca?
   Meu amigo, gostaria muito de saber sua opinião sobre o assunto. Um grande abraço!
Amiga







MODELO DE CARTA ABERTA - APROPRIAÇÃO CULTURAL


Carta Aberta aos fãs de Anitta


   Queridos fãs,        
   Em ocasião da apresentação da cantora no programa Altas Horas, ela foi surpreendida com críticas a seu penteado de dreadlocks, sendo acusada de fazer apropriação cultural. Contudo, apesar de compreender o teor e a motivação das acusações, a artista gostaria de fazer alguns esclarecimentos.
   Primeiramente, Anitta destaca que reconhece o valor de expressões culturais de resistência de minorias, como é o caso dos dreadlocks, e ressalta que sua intenção ao usá-los não é esvaziá-los de sentido, mas, pelo contrário, dar-lhes visibilidade.
   Quanto à acusação de não ter legitimidade para utilizar esse penteado por não ser negra, a cantora gostaria de chamar a atenção de seus críticos de que ela não se considera representante de uma estética de cultura dominante, mas fruto, sim, de miscigenação e da multiculturalidade que marcam intensamente a rica cultura brasileira, formada por matrizes indígenas, europeus e africanos.
   Desse modo, Anitta renova seu compromisso com os fãs e com a cultura brasileira, a qual deseja sempre exaltar.
                                                                                                                  Assessoria de Imprensa
                                                                                                          Londrina, 22 de fevereiro de 2017.

19 de fev de 2017

MODELO DE ARTIGO DE OPINIÃO - APROPRIAÇÃO CULTURAL


Zeitgeist, internet e cultura de massa

O conceito de Zeitgeist ou “espírito de uma época” fatalmente dá-nos o que pensar. Sem dúvida, a internet fundou uma nova era e, consequentemente, um novo espírito. Assim, um conceito há muito conhecido das Ciências Sociais deixou de servir para descrever um fenômeno histórico e sociológico para tornar-se expressão de acusação de grupos cuja voz reverbera sobretudo no indômito espaço digital. Refiro-me ao termo apropriação cultural.

É nesse contexto que Coldplay, Beyoncé, Selena Gomez – no âmbito internacional – e a cantora Anitta, no Brasil, por exemplo, receberam duras críticas. Contudo, é interessante observar que tanto a banda inglesa quanto as cantoras representam o universo da música pop, conhecida pela característica de mesclar elementos culturais de diferentes matrizes. Esse mesmo gênero musical também possui íntimas relações com a chamada cultura de massa, responsável por conquistar públicos de milhões de pessoas, dentre as quais internautas de todo o mundo.

Sendo assim, ainda que muitas críticas sejam válidas e dignas de discussão, outras são discutíveis, uma vez que elementos culturais semelhantes surgem em diferentes culturas e com diferentes significados, de modo a invalidar, em muitos casos, a ideia de que existe exatamente um grupo que detenha o monopólio de uma expressão cultural. Só para citar um clássico exemplo motivo de polêmica, o turbante utilizado no Candomblé com um significado específico, é apenas um utensílio para o povo berbere do deserto, para muçulmanos, no oriente médio, e pode ter diferentes significados na Índia.

A essa questão, soma-se outra que não pode ser ignorada. Não somente eu como você, leitor, vivemos em uma sociedade de consumo globalizada, na qual desde objetos até ideias transformam-se em produtos, mercadoria, que selecionamos conforme nossos gostos. Nesse sentido, não costumamos nos perguntar se o uso desse símbolo ou aquele adereço, ou mesmo aquela palavra ou conceito, foi apropriado de uma minoria e esvaziado de sentido. Fazê-lo seria tornar a vida contemporânea quase impraticável. Assim, o único modo de protestar contra a cultura de massa seria deixar de consumi-la. Faço, portanto, o convite, quem estiver disposto fique à vontade para desligar seus televisores e desconectar-se da internet.



MAIS CONTEÚDO PARA REFLEXÃO:




                

16 de fev de 2017

PROPOSTAS 2 - 2017

PROPOSTAS 2 – TEMA: SÍNDROME DE PETER PAN        



                  

Síndrome de Peter Pan

Por mais que ainda não seja reconhecida pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), a Síndrome de Peter Pan é um termo na psicologia desde a década de 1980, quando o Dr. Dan Kiley lançou o livro The Peter Pan Syndrome: Men Who Never Grown Up (no português apenas com o título Síndrome de Peter Pan).
Apesar de essa síndrome não afetar diretamente a saúde do indivíduo, é assim considerada por interferir e causar prejuízos no comportamento, nas relações interpessoais e na qualidade de vida do sujeito.
A síndrome é bem mais frequente em homens, mas pode ocorrer em mulheres também. O acometido, assim como Peter Pan, se recusa a crescer. São homens e mulheres que apresentam comportamentos de meninos e meninas. Basicamente, mesmo depois de pais, continuam representando o papel de filhos. Esses comportamentos imaturos se apresentam em aspectos psicológicos, sociais e até sexuais. São comuns também sinais de comportamentos narcisistas, dependência financeira e emocional, irresponsabilidade e rebeldia.
Esses sintomas são prejudiciais, pois criam uma grande dificuldade de encontrar um relacionamento amoroso estável ou dedicação ao trabalho. Os relacionamentos costumam dar certo quando indivíduos com essa síndrome se relacionam com pessoas com Complexo de Wendy, que é a pessoa que faz o papel de mãe em todos os seus relacionamentos, até os amorosos. Esse relacionamento costuma dar certo devido à conveniência de um representar o papel de criança e o outro de mãe.
Em resumo, então, os acometidos por essa síndrome são, em sua maioria, homens com mais de 30 anos, dependentes financeiramente, irresponsáveis e com baixa autoestima, incapazes de cuidar ou de proteger outra pessoa e que necessitam de grande atenção e cuidado de seus familiares.
(...)

O QUE CAUSA ESSA SÍNDROME?

As causas da Síndrome de Peter Pan são várias. Advêm de fatores culturais, sociais e até familiares. Mas existe, é claro, alguns fatores de risco, como uma educação extremamente permissiva por parte dos pais, que faz com que a criança, ao virar adulto, ainda não tenha desenvolvido a noção de responsabilidade. Assim, a implementação de limites no processo de criação pode ser compreendida até como um fator de prevenção a essa síndrome. Outros fatores de criação que impedem que a criança se desenvolva de forma saudável são muito relevantes, já que o portador dessa síndrome sofre basicamente de um bloqueio na maturidade emocional.

O QUE FAZER?

De modo preventivo é importante uma criação que permita o desenvolvimento emocional da criança. Isso é, os pais não devem ser permissivos, negligentes ou superprotetores, ao fazerem tudo pela criança de modo a evitar que ela desenvolva autonomia.
Quando a pessoa já sofre com a síndrome, o ideal é buscar a psicoterapia, por meio da qual será trabalhado um processo de autoconhecimento que ajudará o indivíduo a passar da fase infantil para a adulta.



PROPOSTA 1

Inspirado no assunto abordado nos dois textos de apoio, produza um RELATO sobre um(a) jovem que apresente as características atribuídas à chamada síndrome de Peter Pan.
Considere que seu texto fará parte de uma reportagem.
Utilize entre 6 e 8 linhas.

PROPOSTA 2

Imagine-se na situação de alguém que recebeu um parente em casa para passar alguns meses. Contudo, por ele apresentar certas atitudes próprias à síndrome de Peter Pan, a presença dele tem se tornado praticamente inviável. Por esse motivo, você resolveu desabafar com um amigo, escrevendo-lhe uma carta na qual você descreverá as atitudes que mais o incomodam e suas impressões sobre as causas desses comportamentos indesejados.
Sua CARTA PESSOAL deverá ser escrita entre 15 e 20 linhas, desconsiderando-se a estrutura.

PROPOSTA 3

Produza um ARTIGO DE OPINIÃO sobre o assunto abordado nos textos de apoio. Trabalhe com a ideia de como essa síndrome gera problemas não só a seus portadores como às pessoas que se envolvem com eles.
Seu texto deverá ser escrito entre 20 e 25 linhas.




8 de fev de 2017

PROPOSTAS 1 - 2017



TEMA 1: APROPRIAÇÃO CULTURAL 


Leia os textos a seguir a fim de atender à proposta.

TEXTO I –





http://extra.globo.com/noticias/rio/candomble-francesa-gisele-cossard-mae-de-santo-omindarewa-abandonou-tudo-para-viver-para-religiao-10393225.html

TEXTO II

Anitta decidiu inovar e mudou o visual mais uma vez e apareceu usando dreadlocks na gravação do programa especial de Natal do Altas horas, que aconteceu na tarde desta terça-feira (13), nos estúdios da Globo em São Paulo. Alguns internautas, no entanto, não curtiram o novo look da cantora e reclamaram nas redes sociais, acusando Anitta de apropriação cultural.

http://www.uai.com.br/app/noticia/mexerico/2016/12/14/noticias-mexerico,198789/anitta-muda-visual-de-novo-e-aparece-com-dreads.shtml

TEXTO III –

 Apropriação cultural é a adoção de alguns elementos específicos de uma cultura por um grupo cultural diferente.
Ela descreve aculturação ou assimilação, mas pode implicar uma visão negativa em relação a aculturação de uma cultura minoritária por uma cultura dominante.

Disponível em: http://www.geledes.org.br/tag/apropriacao-cultural/#ixzz4G1V9vYeO>.

TEXTO IV –

 (…) Por muito tempo o turbante foi visto de forma pejorativa como “coisa de macumbeiro”. Todo esse contexto faz com que um negro, ao usar um turbante hoje, use-o não apenas como um item estético, mas também como um símbolo de resistência, afirmação e orgulho da ancestralidade.

(…) O poeta negro B. Easy publicou em sua conta no Twitter a frase: A cultura negra é popular, pessoas negras não são. A apropriação cultural esquece as práticas rituais e torna invisíveis as lutas desses povos. Pessoas começam a usar roupas e acessórios sem saber seus significados e origens. Ou seja, dá margem para que elementos de uma cultura sejam banalizados, estereotipados ou simplesmente reduzidos a “exóticos”.

(…) Atualmente os questionamentos de apropriação cultural são intrinsecamente relacionados ao consumo cultural. Passado o período colonial, o século 20 foi marcado pela produção em massa dos bens de consumo. Surge um mercado consumidor ávido por novidades. A identidade de um indivíduo (quem sou e quem quero ser) começa a ser cada vez mais mediada pelo consumo das produções culturais. 

Disponível em: . Acesso em 31/07/2016

PROPOSTA 1

Produza uma CARTA PESSOAL endereçada a um amigo ou amiga na qual você disserte sobre o tema dos textos. Justifique-a, explicando que foi motivado(a) pelo caso ocorrido com a cantora Anitta (texto II).
Posicione-se sobre o tema e utilize argumentos que o validem.
Seu texto deverá respeitar a estrutura completa de carta, sendo escrito entre 10 e 16 linhas – sem contar a estrutura.

Assine como Amigo ou Amiga.

PROPOSTA 2

Em nome da Anitta (ver texto II), como sua Assessoria de Imprensa, redija uma CARTA ABERTA ao público da cantora. Em seu texto apresente um posicionamento que você acredite adequado em relação às críticas sofridas pela artista. Leve em consideração o tema geral da coletânea.
Seu texto deverá respeitar a estrutura completa de carta, sendo escrito entre 10 e 16 linhas – sem contar a estrutura.

PROPOSTA 3

Extraia o tema geral da coletânea e produza um ARTIGO DE OPINIÃO.
Seu texto deverá possuir entre 18 e 30 linhas.

PROPOSTA 4

(Estilo Enem)


A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “APROPRIAÇÃO CULTURAL NO BRASIL”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Seu texto deverá ter entre 20 e 30 linhas.




5 de fev de 2017

3 de dez de 2016

CONHEÇA MEU BLOG PESSOAL, MEU BLOG-MURRO, MEU BLOG-SOMBRA

Conheça meu blog de textos pessoais, onde publico o que nem sempre se pode, se deve ou é recomendável falar; onde tenho a possibilidade de ser moral e antiético ao mesmo tempo  - e, quando quero, antiestético também. Conheça meu blog-sombra, meu blog-murro, meu blog-afago. Conheça meu blog-incômodo, meu blog-chaga, meu blog-sinfonia; enfim, meu blog que espreita...




1 de dez de 2016

MODELO DE RESUMO DE COLETÂNEA

MODELO DE RESUMO DE COLETÂNEA


   A coletânea de textos em questão trata, de modo geral, do tema separação. Nesse sentido, o primeiro consiste em uma charge sobre o BREXIT, ou seja, a saída do Reino Unido da União Europeia. Já o segundo e terceiro, publicados respectivamente no portal G1 e Mundo Estranho, abordam as ações de um movimento separatista voltado à formação de um novo país a partir dos três estados da região sul do Brasil. Assim, apresentam-se informações sobre a organização e resultado de um plebiscito feito em mais de 500 municípios para estimar a opinião dos votantes acerca desse tema. Há também informações sobre como se organizaria o novo Estado e quais seriam seus desafios econômicos e políticos. O último texto, trecho de artigo publicado no site www.personare.com.br, aborda o assunto separação na perspectiva dos relacionamentos conjugais, em especial do ponto de vista de quem decide separar-se.


QUIZ: POR QUE OU POR QUÊ?

Havendo dificuldade em visualizar o quiz, clique no link abaixo: